Sobre a Postigo
Conhecimento técnico de campo, não só de catálogo
Trabalhamos com videomonitoramento em ambientes onde poeira, umidade e variação de temperatura afetam cada decisão de especificação e instalação.
← Voltar ao InícioNossa história
De instaladores de portaria a especialistas em armazenagem
A Postigo começou em Ribeirão Preto atendendo portarias de condomínios e estabelecimentos comerciais. Com o tempo, os pedidos de complexos de armazenagem agroindustrial foram crescendo — e com eles as perguntas que os manuais de equipamento não respondiam: qual câmera aguenta a poeira de um transportador de cereais? Até que altura um mastro precisa ter para cobrir a fossa de recepção com margem para limpeza?
Esses questionamentos nos levaram a desenvolver uma metodologia própria de levantamento técnico antes de qualquer proposta. Hoje, toda instalação em complexo de armazenagem começa com medições no local, cálculo de raio por altura e classificação da poeira em cada ponto do processo.
Nossa área de operação cobre Ribeirão Preto e as principais rotas de acesso ao interior paulista onde estão concentradas cooperativas e empresas de armazenagem. Os deslocamentos são planejados junto ao cliente para coincidir com as janelas de menor movimentação operacional.
Missão
Fornecer câmeras e sistemas de gravação dimensionados para a realidade dos complexos de armazenagem — com documentação técnica que justifica cada posição escolhida e suporte que não depende da memória do instalador original.
Visão
Ser a referência técnica em videomonitoramento para a cadeia agroindustrial do interior de São Paulo, reconhecidos pela precisão dos laudos e pela vida útil dos sistemas instalados.
Valores
- Documentação entregue com cada projeto
- Especificação baseada em medição, não em estimativa
- Cronograma respeitando o calendário de safra
- Manutenção preventiva antes da falha, não depois
Equipe
As pessoas por trás dos projetos
Ricardo Carvalho
Engenheiro de Projetos
Responsável pelos laudos de altura e pelas tabelas de cobertura. Coordena as visitas de levantamento técnico nos complexos antes da proposta.
Fernanda Melo
Técnica de Instalação Sênior
Especialista em instalações em altura e ambientes com poeira. Conduz os testes de passagem para validação de leitura de placa em campo.
Diego Santana
Suporte Técnico e Atendimento
Atende às solicitações remotas em horário comercial e coordena as quatro visitas preventivas anuais dos contratos de suporte.
Padrões de trabalho
Como operamos em campo
Laudo antes da proposta
Todo projeto em complexo de armazenagem começa com visita técnica. O estudo de altura e classe de poeira precede a lista de equipamentos — nunca o contrário.
Tabela altura × cobertura
Cada posição de câmera é acompanhada de tabela com a altura de montagem e o raio de cobertura resultante, entregue em papel junto com o desenho de elevação.
Vedação por área
A matriz de classe de poeira define o grau de proteção (IP) mínimo por zona. Câmeras em fossa de recepção e transportadores recebem especificação diferente das câmeras de perímetro.
Proteção contra surto
Todo cabo externo em instalação de campo recebe protetor de surto. A proteção elétrica faz parte do projeto, não é item opcional sugerido após a primeira falha.
Nobreak dimensionado
Nos projetos completos, o nobreak é calculado para o consumo total do sistema com margem para os cortes de energia comuns no interior. Autonomia definida em projeto, não estimada.
Rede isolada de TI
O segmento de rede das câmeras é configurado separado da rede administrativa do escritório, reduzindo riscos de acesso não autorizado às gravações.
Contexto técnico
Videomonitoramento em ambientes agroindustriais
Complexos de armazenagem têm características que diferenciam significativamente a instalação de câmeras do que é feito em ambientes urbanos convencionais. A concentração de partículas de grão, palha e poeira mineral varia por área e por período do ano. Em meses de colheita de soja e milho, os índices próximos à fossa de recepção e ao transportador de descarga atingem patamares que reduzem a vida útil de câmeras sem vedação adequada em questão de meses.
Alturas de montagem também precisam de planejamento cuidadoso. Um silo de doze metros de diâmetro exige que a câmera no topo tenha abertura angular e distância focal calculadas para a função — seja ela reconhecer o estado de conservação da lona de cobertura, monitorar o acesso de pessoas para manutenção ou registrar a movimentação de caminhões na via de contorno. Cada função implica uma posição de montagem diferente.
A balança e o portão principal têm ainda a demanda adicional de leitura de placa em condições de movimento. A câmera precisa estar em posição que permita capturar a placa do caminhão enquanto ele está em velocidade de aproximação, e não apenas parado. Isso exige cálculo específico de ângulo, distância e taxa de quadros — fatores que determinam o equipamento e a posição antes de qualquer discussão de preço.
A Postigo estruturou um método de trabalho baseado nessas especificidades. O estudo técnico de altura e classe de poeira documenta cada uma dessas variáveis por área do complexo, entregando uma base de decisão que permanece útil mesmo que o sistema precise ser expandido ou substituído anos depois.
Próximos passos
Conheça nossas soluções técnicas
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